Tempo de Deus - Disponível em Cosmogenealogia II, tópico 18
Tempo de Deus - Disponível em Cosmogenealogia II, tópico 18
O tempo terrenal como patrimônio liquido e certo, material, para ser convertido em conhecimento e sabedoria.
‘Caixão não tem gaveta’, é certo o ditado. Daqui nada levaremos, quase certo, bens materiais certeza não, mas quanto à sabedoria acumulada e conhecimento adquirido? É certo que sim. Então dizer que nada trouxemos e nada levaremos é pueril.
‘Mateus 6:20 Mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde a traça nem a ferrugem podem destruir, e onde os ladrões não arrombam e roubam.’
Nós, cada um, recebe um patrimônio incomensurável que não fazemos ideia, recebemos o tempo de nossa vida e cada vida tem uma preciosidade tamanha, oportunidades sacrossantas diuturnas de redimir de erros do passado e ainda angariar dádivas para o futuro. Assim, nosso tempo em vida deve todo ele ser investido sem parcimônia em sabedoria e conhecimentos e assim convertidos em tesouro liquido, patrimônio absoluto de nossa alma e espírito, onde estarão, a são e a salvo para todo o sempre.
Temos que ter em mente que cada palavra aprendida, cada livro lido, converter-se-ão em pérolas cristalinas em nosso Ser, e não podemos nunca pensar de modo contrário, e sermos inconsequentes.
- Mente Quântica
Certa vez lia um artigo que falava sobre a evolução antropológica humana, dentro de um caderno de ciência semanal, de um grande jornal em circulação, o qual assinávamos. De certa forma abordava a questão do elo perdido da evolução hominal no planeta Terra. Pois bem, mais tarde cochilei e ao acordar de forma abrupta, percebi em minha mente a lembrança de um quadro, um diagrama, onde era demonstrado a evolução de cada espécie do hominídeo da Terra com base nos achados arqueológicos versus o tempo cronológico. Curioso, pois aquelas informações todas não estavam na matéria.
Então a teoria possível é que essas novas informações, dessa matéria, foram aglutinadas às informações que já estavam previamente armazenadas em algum repositório de minha mente anímica, dados esses já previamente coletados em estudos prévios, leituras outras, pertinentes ao mesmo tema. De modo que é correto pensar que nenhum conhecimento adquirido ao nível de consciência em estado de vigília normal, estudos, leituras, são perdidos. Pelo contrário, serão superprocessados e, devidamente catalogados e arquivados, estarão perfeitamente disponíveis ao nível espiritual, quando uma vez de posse de nosso estado espiritual integral novamente, pós experiência terrenal.
Extensão desse raciocínio, acho plausível pensar que não estamos aqui, na atual encarnação, carregados com todo o nosso potencial espiritual. Talvez nosso corpo físico não suportasse ou talvez fosse um contracenso, sendo dispensável essa necessidade, sendo um desproposito que ainda prejudicaria a atual experiência. Isso pode ir de encontro com os que acreditam que sempre estamos aqui, nessa e em cada encarnação, em nossa melhor versão.
Explico dizendo que isso será sempre relativo e adequado à necessidade daquela encarnação daquele individuo em particular. Assim seria correto pensar que viemos, a cada encarnação, com somente a quota necessária de nosso patrimônio de conhecimento espiritual necessária pra dar cabo com a missão proposta naquela especifica encarnação.
- Há 2000 anos
Vejamos um caso hipotético de um potentado da razão, tendo alcançado níveis elevadíssimos do seu intelecto, mas tenha deixado a desejar no quesito humildade e se tornado orgulhoso. Talvez seja esse um caso prático que podemos constatar na literatura. No livro ‘Há dois mil anos’, Emmanuel, o guia espiritual de Chico Xavier, retrata uma de suas encarnações, como Senador Publius Lentulus, relatando sua vivencia como patrício Romano justamente à época de Jesus, com o qual teve um surpreendente contato pessoal.
No livro ’50 anos depois’, Emmanuel nos traz o relato de sua próxima vida depois de ter sido o Senador mencionado. Dessa vez vem como Nestório, um escravo. Ora, onde estaria ali naquele escravo todo o potencial intelectual de um Senador Romano? Por certo não estaria todo ele ali representado naquela encarnação, por certo muito bem guardado em algum escaninho seguro, adormecido em um parte do seu próprio Ser... Mas não ali para justamente não atrapalhar o mote central daquela encarnação, que desta vez, não seria fomentar o seu intelecto, mas outro rincão de seu próprio ser.
Conta-se que Chico Xavier, certa vez, separou-se de alguns amigos, atravessou a rua e foi cumprimentar um mendigo maltrapilho do outro lado. Os amigos se preocuparam com a segurança dele. Na volta Chico explica, ‘fui ali cumprimentar aquele espírito, de muita luz, somente veio dar uma lapidada na sua vaidade...’.
Fica evidente, a meu ver, antes de ponderar, relembrar o que já está plenamente explicado na coleção de André Luiz, autor espiritual, com a psicografia de Chico Xavier, a qual tem por finalidade justamente explicar esse tramite divino que trata a Engenharia Sideral no exato cuidado da programação de cada encarnação levando-se em contas os seus objetivos. Mais que chover no molhado, correto a fazer seria indicar a leitura dessa coleção, a qual pode ser vista como um curso completo e suas respectivas etapas conforme a sequencia indica.
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1 - Nosso Lar
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2 - Os Mensageiros
https://drive.google.com/file/d/1P4hmxDq__HhvH14kiwUmVDgZ7vNg-xG2/view
3 - Missionários da Luz
https://drive.google.com/file/d/1bqZf4O4cGfA4_LQrLn_lp7e9N3P1BHhK/view
4 - Obreiros da Vida Eterna
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5 - No Mundo Maior
https://drive.google.com/file/d/1MVBnvyfEdrA4dDdAYyx4tn4yz4QUDs_F/view
6 - Agenda Cristã
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7 – Libertação
https://drive.google.com/file/d/1NDvztC1X01FRhGXTp9PA_owtYwwcrFrw/view
8 - Entre a Terra e o Céu
https://drive.google.com/file/d/1DewfPGozoCCC_w8DgZXX6ak79Y7M5iy1/view
9 - Nos Domínios da Mediunidade
https://drive.google.com/file/d/1t775mf4APLdE2KK9F2_qyFPqRpWvp951/view
10 - Ação e Reação
https://drive.google.com/file/d/1iwv6XaDcs3lbdUkPAX5LuvThn4iMmn18/view
11 - Evolução em Dois Mundos
https://drive.google.com/file/d/1cSsGFUsYk-vDCjOu23X53l-V9fYW_h1t/view
12 - Mecanismos da Mediunidade
https://drive.google.com/file/d/1n44ymC8rfKWGVKU3SV99xzRho3guhJtw/view
13 - Conduta Espírita
https://drive.google.com/file/d/1UbKsXROIQ-Q5oE8tg47J8tEYMQP5D0Hb/view
14 - Sexo e Destino
https://drive.google.com/file/d/1LBEVQ3VTHOUjNFClYKUcjvqnA9OqvoiF/view
15 – Desobsessão
https://drive.google.com/file/d/1imjtLP2fTv0nEew_O-przT-iFyEuR0CI/view
16 - E a Vida Continua...
https://drive.google.com/file/d/1f0mFtM4Qyj0ZuxZfdfjkTMX6Mwa0K8pl/view
- O Tempo x Talento
Na parábola de Jesus, a dos Talentos. Podemos examiná-la sob o prisma do Tempo. Nela, certo homem, partindo em viagem ao exterior, distribui seus talentos com seus servos e partiu. Na volta, em conferencia do ocorrido neste ínterim, os bons servos fizeram duplicar seus talentos, exceto o mal servo que nada produziu com o seu talento. Aos bons servos foram atribuído-lhes maiores tarefas. Mas ao mal servo coube repreensão e desconjuro. É natural vincular os talentos aos dons e sabedorias. Mas a todos os servos coube a mesma medida de tempo para que exercitassem tais faculdades. Se o mal servo não tem os tais talentos observe e aprenda com os outros, os mais sábios. Estamos todos em aprendizado, não há problema algum. O que não se pode fazer é passar esse Tempo sem nada fazer, empreender ou aprender. Se assim for possível venha o arrependimento, os tais ‘rangeres de dentes’, da constatação clara da chance perdida, no Tempo desperdiçado.
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