Momento Neo, Disponível em Cosmogenealogia IV, tópico 34

 Momento Neo

 

São Paulo, 26 de Dezembro de 2025

 

A humanidade vive o seu momento Neo. Hora de tomar a pílula vermelha. Que escuro resiste a menor nesga de luz? As sombras se esgueiram e somem furtivas pelas frestas...

A verdade vai bater os dois pés na porta e a claridade vai mandar toda sorte de bichos escrotos e imundos de volta para seus esgotos e bueiros de onde vieram. Há que se repartir o mundo das sombras e da luz, agora sob o Império da Luz e da Verdade. Que mentiras e absurdos haverão de resistir?

O novo filme de Spielberg promete trazer revelações prementes e pertinentes a 7 bilhões de pessoas. Se a humanidade tem quase 8 bilhões de pessoas, por que essa diferença, senão, a meu ver, excluir da conta aqueles que essa verdade já o sabem?  E mais que saber, essa minoria domina e controla a outra parte, a maioria. Cidadãos normais, que levam sua vida trivial, ignotos e à parte da verdadeira realidade em que está inserido, tanto espiritualmente, quanto materialmente, dentro da tal bolha da Matrix, como sugere o filme homônimo, do qual o principal personagem do filme vem no título deste tópico, Neo.

Neo significa novo. E que nova realidade ou verdade já está pronta para ser escancarada à humanidade que de tão obvio e natural, sob o prisma daqueles que nos dominam, aparece como ridícula e inverídica?

A novidade que vejo é que sim, a humanidade vai ter que tomar mesmo involuntariamente a tal pílula vermelha da realidade, doa a quem doer. Tal medida faz parte do plano de cura da doença da ignorância que assola o planeta, para a imensa maioria da humanidade.

Difícil será prever a reação das pessoas ao saberem e compreenderem tal verdade e realidade. Seria talvez como se tirar o chão debaixo dos pés. Muitos vão enlouquecer, vendo os valores de seus velhos mundos desmoronarem e a realidades de suas velhas vidas se descortinarem, poderão atentarem contra suas próprias vidas, tal o choque que terão. Que tipo de reação teria uma população inteira ao saber que foi dada como moeda de troca, mero gado de corte, na forma de abduções alienígenas, em troca de tecnologia bélica e militar, entre outras ocultas, justamente por parte desses mesmos alienígenas trevosos, nada evoluídos moral e espiritualmente?

O Dia D, faz menção ao dia do desembarque na Normandia das tropas aliadas na França, na segunda guerra mundial, território então ocupado pelos alemães nazistas. Manobra esta, vitoriosa por fim, que viria a dar cabo e vencer o exército alemão, que na sequência, se rendendo, pôs fim a segunda guerra mundial.

O Dia D, undersclosuring, título do novo filme do Spielberg, faz alusão a este episódio de grande importância para toda a humanidade, que em sua maioria é pacifica e desejam o fim da guerra, engendrada por uns poucos, em sua sanha de poder e gloria, em conquistar terras e povos, a quem subjugam em seus caprichos e mandos nefastos e impiedosos. Que nova realidade a ser revelada espreita esse novo filme que talvez já venha encoberto com o mel do engodo, nova mentira, que antes de esclarecer e informar vêm, de novo, engambelar e iludir, mais uma vez, e sob o pretexto de ser útil e bom? Há que se ver com olhos astutos e sentidos argutos.

A ideia do Blue Beam ainda impera por parte do Império do Mal, que ainda manipula e conduz a Humanidade. Não sejamos inocentes de que todas as autoridades do planeta já sabem da existência da Federação Galáctica de Mundos, civilizados e ordeiros, que atendendo ao apelo do Pai Celestial, buscam e velam pela ordem e justiça, bem estar e ainda garantindo a evolução da Humanidade terrestre, digo de toda civilização inteligente, que pulula aqui, bem como em outros muitos rincões espalhados pelo Universo.

É chegado a hora de saber, agora coletivamente, que a humanidade terrestre não é a única, a tal dita ‘última bolacha do pacote’, dentre tantas outras, que a Federação Galáctica de Mundos, a seu tempo, em breve, se apresentarão, formando assim uma grande irmandade, em nome da Fraternidade Universal; a qual são chamados todos os orbes a participarem, com as suas civilizações que já chegaram ao patamar de inteligentes. Não há uma inteligência completa, formal e integral, para essa civilização, enquanto vigorar a ideia de que ela é única, o que não passa de uma grande mentira e embuste, como é o caso na Humanidade Terrestre.

 

Mucio Oliveira


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