Postagens

Mostrando postagens de maio, 2026

Às Mães

  Às Mães   E doce ser mãe... Servir o seu filho ao mundo inteiro Ali naquele pau, na manjedoura, no cocheiro Torpe lembrança vil a lembrar o servil madeiro Arranca-o do ventre e o prende ao lenho A relegam ao pranto e às cãs   Lhes entregam a vã mortalha Que não contém o que valha Da doçura e o encanto a vil navalha Dilacera o sonho e o ódio espalha Rasgam a carne e o sangue é o prêmio da medalha   Mas eis o vento em torvelhinho Dobre e guarde com ardor esse linho Cada gota de sangue ali será pergaminho Do destino dos atrozes em desalinho Hão de pastar e comer grama ante o seu desatino   Surge uma Luz, em que renasce a esperança Dos sonhos resgate suas heranças A fé é alvo vivo e pulsa com pujança Erga o cenho e avança, o futuro é uma criança Viva o hoje e o eterno sempre, Jesus é eterna bonança

Homo Ômega, Disponível em Cosmogenealogia I, tópico 13

  Homo Ômega   Um terráqueo é levado para magnífico concílio no espaço, onde sequer imagina onde fica. Lá chegando é cordialmente bem recebido por toda espécies de seres super desenvolvidos e inteligentes. Apresenta-se e diz ser Terráqueo. Um a um, todos eles meneavam a cabeça negativamente, desconheciam tal planeta, mas afinal, que importa, estão ali se confraternizando em total harmonia e usufruindo das amizades sinceras e recíprocas naquela ambiente fabuloso e agradável. O terráqueo está em êxtase, mas por um momento pára e pondera, como ninguém conhece a Terra, nem imaginam. Via láctea, nem ouviram falar, Sistema Solar então... deixa pra lá... Nesse momento aproxima-se um Ser de aspecto nobre, porém gentil, simpático lhe dirige a palavra, que, aliás, não era proferida, usavam a telepatia. Eu conheço a Terra, disse o Ser. Estive lá muito tempo atrás, desenvolvi um projeto lá. Me lembro da lua do planeta, era a base da estação Interplanetária, face oculta, claro. Não f...