Jesus, Guerreiro - Disponível em Cosmogenealogia III, tópico 25
Jesus, Guerreiro - Disponível em Cosmogenealogia III, tópico 25
‘Meu pai trabalha até hoje, eu também trabalho...’ Sim, veja no que consiste o trabalho de Jesus senão guerrear com a Sombra, pelejar com a insidia, a perfídia, a maldade e ignorância. Nesse sentido sim é uma batalha perene. Jesus atua nos bordas da expansão das consciências humanas, ali naquela zona de refrega, de embate, onde a luz peleja por tomar terreno das sombras que teimam por toda ordem de sua parte impedir esse avanço. Realidade é notar que nessa zona escura está permeada de Seres Trevosos montando guarda em seu Reino de Dor.
Inocência à parte, já aprendemos até aqui, nos reportes da emissária Elena Danaan acerca das atividades da Confederação Galáctica; nos livros da Louise Castanhedo com as mensagens de entidades luminares; nos filmes de Star Trek, confirmados como simulacro da realidade pelo Chico Xavier; e, por fim, no combinado de todas essas informações, uma realidade inconteste, há uma guerra acontecendo, no plano sutil, é verdade, mas esses eflúvios nos alcança a todos sem exceção, mesmo aqui encarnados, nessa capa protetora de carne e osso e, de certo modo, espiritual também.
Certo é que onde Jesus estiver metido ali estará acontecendo uma refrega, uma batalha sem tamanho, e Ele em nome da Luz exerce o seu combate com sua rede imensa de aliados, fieis servidores da Luz e ao Seu propósito, em consonância absoluta com a Fonte, Deus Pai Glorioso e Infinito. Aqui estão uma plêiade de Seres Estelares, todos os Arcanjos e Anjos e Guias da Humanidade Terrestre. Não nos enganemos. O momento é presente e o tempo é agora.
Assim o foi há dois mil anos, vejamos quantos Cristãos indo das masmorras para a arena do coliseu do circo romano oferecer seus corpos em nome dessa Ordem da Luz que, uma vez acesa, quem haverá de apagá-la? Antes de tombarem ensanguentados na boca de feras famintas e vorazes, lá estava o Cristo a arrebatar-lhes o espírito, a lhe darem o salvo conduto glorioso ao sétimo céu, almas avançadas que já eram, e acolheram sacrificialmente o doce convite do Mestre Jesus, convocando-os para essa missão, que nada tem de louca ou suicida. Pois que a loucura e a insanidade, sim, são a outra coisa, a contraparte escura, são alvos muito bem conhecidos e lá já estavam, erráticos e inscientes de sua própria situação, a espera de salvação.
Pois por ora o embate que se dá é no mesmo sentido, mas numa ordem de grandeza estupenda, grandiosa e magnífica; eis que o tempo da graça foi esgotado, quem fez, fez, quem não fez por merecer, por ora perdeu sua oportunidade. Mas, enquanto se fazer cumprir esse Plano Divino de evolução dinâmica e perpetua por parte da Fonte é tarefa constante e perene. Mas afrontar e peitar conscientemente essa Ordem Divina é a pior das decisões que uma inteligência poderia tomar, porque, em principio, imbecil. Eis aqui o caso, onde a imbecilidade quer imperar e construir seu império de Maldade assediando um sem numero de almas, que em sua pobreza de espírito, se deixam seduzir por suas falsas promessas.
Eis que vem a Ordem Divina, como se fora a Ordem dos Jesuítas, desembarcando em uma terra nova e longínqua, ainda que bela e suntuosa e rica em sua natureza exuberante, porém pobre e crua de inteligência formal e Crística. Insuspeitável caminho dos desígnios divinos esse era o roteiro traçado, dos pés descalços na areia ao portal de Luz no coração de cada espírito que ali aportaria doravante a percorrer seu caminho de conhecimentos, portando sua própria cruz. Um passo de cada vez. Haveria um continente inteiro por desbravar dentro de um tempo, um Tempo de Deus.
Eis que esse Tempo chegou. Escuto um Ave ou um Ai? De que lado estás? Eis que o Livro da Vida já foi selado, mas o coração do Pai é magnânimo e está pronto a ouvir sua prece de arrependimento sincero, e sim, será salvo. Eis o milagre da fé. Possuis Fé? Aquela do tamanho de uma semente de mostarda? Não crês nas palavras do Cristo Jesus? ‘Tudo passa, mas minhas palavras não passarão’, foi dito... Ouço um grande silencio. Nada ouço. Agora um barulho de trovão. Enorme tempestade se avizinha. Pra onde correr? Que toca ou loca pra se esconder dessa tempestade que tudo irá alagar?
Sê livre, é a Lei. Livres serão todos aqueles assediados diuturnamente pelos trevosos insidiosos a perpetrar-lhes toda sorte de maldades. Livre será todo esse planeta das forças maléficas que já perderam seu Tempo. Livres serão todos os trevosos com seus olhos miúdos e moucos, açoitados e cegos pela intensa claridade dos Tempos de Regeneração. Esses continuarão na penumbra para o bem de seus olhos que ainda não viram o óbvio, mas em outras paragens, não aqui.
Hosana nas alturas. Salve Nosso Mestre e Senhor Jesus, o Cristo!
- Jesus, traído?
Jesus foi traído por Judas? Claro que não. Uma traição implica, primeiro, em ignorar um fato, segundo, creditar no ato uma traição propriamente dita com o entrechoque de valores ou intenções. Mas não aconteceu nem uma coisa nem outra. Jesus era hiperconsciente de sua situação e posição, sabia de tudo ao redor, pessoas e energias. Estava fielmente cumprindo seu papel e missão, inclusive fiel às santas escrituras.
Antes, Judas, fora o traído. Queria um Jesus libertador, do jugo Romano, talvez do próprio grupo dominante na Judéia. Tinha seus próprios sonhos de conquista e suas vantagens. Em sua pequeneza não interpenetrava no ideal do plano e dimensão de Jesus. Jesus não disse: ‘Eu venci os Romanos’, ‘Eu venci o Sinédrio’. Jesus disse ‘Eu Venci o Mundo’.
Sua missão era mundial, mesmo para aquele pequeno mundo civilizado de então, ali naquele umbigo, em volta daquele lago, daquele Mar Mediterrâneo. Sabia ele dos seus planos de expansão, o quão longe e profundo iria sua proposta de salvação, deste mesmo mundo, aparentemente, sem direção.
Isaías(53:5):
'5 Mas, de fato, ele foi transpassado por causa das nossas próprias culpas e transgressões, foi esmagado por conta das nossas iniquidades; o castigo que nos propiciou a paz caiu todo sobre ele, e mediante suas feridas fomos curados.'
- O martelo e o prego x O pão e o peixe
Na porta da frente de nossas casas, pendurado em um prego, temos dois conjuntos de instrumentos: Um, o martelo e o prego; e outro, o pão e o peixe. Quando saímos para o trabalho, logo de manhã, sem o saber, sacamos de um deles, e vamos viver mais um dia.
O que escolhemos internamente?
O Martelo e o prego, dispostos a sacrificar qualquer sonho ou possibilidade de armistício ou comunhão. Para isso se prestam tais instrumentos, vou crucificar aquela colega de trabalho que não suporto e se tiver a chance, talvez hoje mesmo, aquele chefe maldito, de hoje não me escapa, deixa comigo. E assim vai, cara amarrada, animo amargo, distribuindo farpas e insidiosidades aqui e ali. É um crápula, as pessoas querem distância.
O pão e o peixe, predispostos a repartir um sorriso, um espírito leve e ameno, pronto para uma palavra em atenção, mesmo a um desconhecido. Simpatia, nunca é demais. Educação cabe em todo lugar. Tem alegria e bom grado em seu coração, quer a harmonia e paz, vibra tranquilidade e espalha serenidade por onde passa. Sem o saber, as pessoas o rodeiam, querem sua presença.
Mesmo depois de tanto tempo seu chamado ainda ecoa. Cuidemos nós dia a dia, mesmo hoje, se não estamos traindo a Jesus. Ou estamos com Ele, cocriando essa passagem para um futuro muito melhor e aprazível. Dizia o sábio Mahatma Gandhi, ‘Seja a mudança que você quer ver no mundo’.
Comentários
Postar um comentário